Quando conheci o DeRose Method me disseram:

– “O objetivo da prática é fazer você evoluir 1.000.000 de anos em 10”.

Uau! Pensei, nossa, isso é impossível. Não há tempo para que se
processem mudanças capazes de promover tamanho ganho. Hoje após pouco
mais de 1 ano de prática eu afirmo: O Derose Method é: O refino da
alma. O dar-se conta do coração. A vitalização celular. A sutilização
do ser. A percepção de abstratos. Afinal de contas, é no sutil, no
tênue e invisível que habitam as percepções das coisas menos óbvias e
a descoberta de novos olhares. Fico imaginando o que vem pela frente e
penso: quando tempo perdido, mas logo reajusto o foco e corrijo o
pensamento: As coisas vêm no tempo certo. De nada adianta o lamento do
que nos escapou, melhor e mais produtivo é a alegria de ter pego o
trem a tempo.

E o trem percorre paisagens deslumbrantes e nos conduz para dentro de
nós, para o mais profundo da alma humana. Talvez a força que mova as
montanhas que nos habitam esteja no “tudo ao mesmo tempo agora”, sim,
porque ninguém evolui um milhão de anos em 10, mudando paulatinamente
os hábitos. Os maus hábitos precisam ser corrigidos a um só fôlego e a
partir do novo modelo de vida o praticante ascende com segurança e
velocidade e, sobretudo, com muito prazer. Todo o método é focado no
prazer e busca nas raízes milenares o seu alicerce.

As coisas começam a acontecer quando se aceita a mudança de hábitos. É
preciso parar de envenenar o corpo com “desalimentos”, é preciso parar
de envenenar a mente com “dessentimentos”. Aprende-se a respirar,
ganha-se força muscular, elasticidade, desenvolvem-se capacidades de
concentração e foco, aprende-se a meditar e tudo isso somado vai
criando as condições que vão conduzindo o praticante a outro patamar
na escala evolutiva.

A ideia não é ser melhor do que ninguém. É muito mais do que isso e
muito mais importante; A ideia é ser melhor do que se era! A prática
tem a ver consigo próprio, com o seu crescimento pessoal, porque é a
partir da sua evolução que você muda o mundo ao seu redor. Porque
quando mudamos, inevitavelmente, o mundo muda com a gente! Lembra?
Tudo ao mesmo tempo agora!

Sinto o vento que toca o meu corpo. Olho o sol nascer e reconheço a
grandeza desse espetáculo. Sinto que uma profunda paz se aninhou em
mim. Quando a chuva cai admiro a beleza da força da natureza e quando
fecho os olhos e inspiro sinto que respiro pela primeira vez! É disso
que se trata o método. Trata de resgatar comportamentos esmigalhadas
pelo caminho e de refazer o quebra cabeças da condição humana. Trata
de retomar o prazer em ouvir o silêncio, trata de refazer a capacidade
de escutar e trata de nos encher da alegria da plenitude de estarmos
vivos e de nos bastarmos.

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Leandro Gama.

Sou a leveza do espírito e as boas
vibrações do caminho. Sou o mar de
todo dia e olhos incansáveis a admirar o sol nascente. Sou a câmera
lenta do voo das gaivotas. Sou a alegria escancarada e a certeza do
nada. Sou o vento que sopra na cara e a rede que balança mansa. Sou
tantas coisas e coisa nenhuma. Esse sou eu, muito prazer!