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25 out

Muito além da respiração: gerando um verdadeiro superávit de vitalidade

Curso em novembro: Muito além da respiração: gerando um verdadeiro superávit de vitalidade.

Ministrante: Professora Vanessa de Holanda

Turmas de manhã ou noite:

Segundas-feiras, dias 8, 15 e 22 de maio de 2017, das 20h15 as 21h45.

Inclui 3 vouchers de aulas praticas com 1 hora de duração + livro Mensagens

Valor para inscrições antecipadas R$550.

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28 mar

Concurso: Rio com Método

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REGULAMENTO:

1) O participante deve postar fotos relacionadas a este tema, que demonstrem hábitos saudáveis, de gente feliz e de bem com a vida, curtindo as lindas paisagens da nossa cidade! As fotos podem ser relacionadas à cultura, arte, esporte, arquitetura, paisagem, alimentação, estilo de vida, etc.

Para participar, a foto deve conter as hashtags: com #RioComMétodo #‎DeRoseRio
Poderá colocar outas hashtags no comentários, mas não no post principal.

3) Deve ainda marcar na foto as escolas: @derosecopa, @DeRoseMethodLeblon, @DeRoseMethodDowntown, @derosemethod

4) A escolha das 3 melhores fotos será feita pelo Comitê de Marketing da Federação do Rio. O critério de escolha da melhor foto será por:

a) curtidas

b) estética e qualidade da foto

c) conceito da foto

d) aplicação das hashtags corretas

e) Tag das escolas

f) quantidades de reposts

5) Premiação:

1 Lugar: um curso da Prof. Melina Flores + um curso da Prof. Vanessa de Holanda (a escolher em 2016) + três livros. Se o ganhador não for aluno será 1 mês de aulas em uma das escolas no lugar do curso da Prof. Melina Flores.

2 Lugar: um curso da Prof. Melina Flores OU um curso da Prof. Vanessa de Holanda (a escolher em 2016) + dois livros. Se o ganhador não for aluno será 1 mês de aulas em uma das escolas no lugar do curso da Prof. Melina Flores.

3 Lugar: três livros.

6) Quem pode participar: qualquer pessoa que more no Rio de Janeiro.

7) Duração do Concurso: de 15 a 29 de março
Participe!

21 mar

Existe uma ciclovia que acompanha o Danúbio

Bike no Danubio

“Daqui a 20 anos você tenderá a ficar mais decepcionado com as coisas que deixou de fazer do que com as coisas que fez. Portanto, lance fora as amarras. Navegue para longe do porto seguro. Deixe que o vento sopre suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.”
Mark Twain

“Existe uma ciclovia que acompanha o Danúbio…” o assunto surgiu num bate papo bom com os mais queridos amigos, seguido do instigante: “Vamos?” – e foi aí que a viagem começou a nascer. O imenso rio Danúbio flui por dois mil oitocentos e tantos kms, desde a Floresta Negra, na Alemanha até o Mar Negro, na Ucrânia. Ao seu lado corre a famosa ciclovia, conhecida como Donauradweg, e em meio a paisagens inpiradoras, inumeras cidades espalhadas por nove países (entre eles Alemanha, Áustria, Hungria, Eslováquia) podem ser percorridas, num percurso em geral bem plano, propício tanto para passear quanto para treinar. Fui completamente seduzida pela idéia!
Planejamos por alguns meses a viagem e num final de agosto, quente em alguns momentos, frio sem exageros em outros, pedalamos da Alemanha à Áustria – e os breves momentos de chuva, ou trechos mais ingremes nos lembraram bem que quem viaja de bike precisa estar preparado para tudo – foi bom ter acumulado ao longo dos anos a energia porporcionada pelas técnicas respiratórias e orgânicas que pratico. Foram seis dias de pedal, que em vivências e descobertas se multiplicaram muitas vezes.

Iniciamos nossa viagem em Passau, cidade alemã próxima a Munique, na Baviera. Conhecemos o Danubio aí, no lugar onde ele encontra dois outros rios, o Inn e o Ilz, e aproximadamente 350kms depois, chegaríamos em Viena.
Nosso pedal fez com que um monte de nomes de cidades diferentes – Passau, Efferding, Enns, Maria Taferl (no alto de uma montanha), Krems, Tulln e Viena – passassem a ter sentido para nós e fossem lembrados, cada uma delas por uma flor na janela, ou o vento frio do fim de tarde, ou a torre de um castelo, ou os museus e as obras de Schiele e de Klimt. Dias inteiros para pedalar por uma estrada perfeita, algumas vezes fazer força nos 85 km que imaginavamos que seriam 70, vez ou outra grudar na roda do outro para recuperar o folego, respirar fundo e seguir adiante naquela tal subida que nos separava do hotel que dormiriamos naquela noite!
Em duas rodas tivemos a possibilidade de estar em lugares mágicos que provavelmente não conheceriamos de outra forma e seriam ignorados em qualquer roteiro e compoem um poderoso acervo de lembranças. Um vale lindo no meio do nada, colorido com flores e uma igreja branca construida há muitos séculos e o sabor da maça que colhemos na hora ali. Uma cidadezinha pequena onde descobrimos o apfestrudel mais incrível que comemos na vida, recebidos pela alemã mais simpática do mundo, que tem o sonho de conhecer o Brasil! Tivemos sorte de passar justamente no dia de shows de música do Festival de Verão que acontece em Lins; conhecemos a abadia que começou a ser construida por volta do ano 1000 numa rocha sobre a cidade e inspirou Umberto Eco no Nome da Rosa.

No nosso roteiro o destino final foi a capital da Áustria, e para mim foi puro encanto chegar, com garoa fina, na agradável Viena – imponente e moderna também, repleta de castelos, charmosos cafés, musica clássica e também paredes grafitadas, festa ao ar livre com electroswing no fone de ouvido, no agitado MuseumsQuartier. Ruas com carros, bondes, bicicletas e gente elegante, ou simples, ou de terno, ou de salto também pedalando.
Para mim, viajar é perceber detalhes, muitas vezes sem deixar o pensamento divagar, como num exercício de concentração. Viver o momento presente com tal intensidade que o tempo se expande. Viajar de bicicleta tem algo a mais: sentir o vento no rosto, perceber o coração vibrar pleno no peito, respirar fundo e ganhar mais energia para seguir em frente, fazer força nas pernas e descobrir no infinito de memórias que, paradoxalmente, a vida é sempre estar no agora!

– Existem agências especializadas nestas viagens. Eles alugam as bikes e oferecem alguns roteiros específicos com as cidades onde dormir, reservando os quartos (você define a categoria antes) e o melhor: levam as malas de um hotel para outro!
– Optamos por uma que fizesse isso – www.biketours.com – e deixasse o resto com a gente: nossos horários, o ritmo que gostariamos de fazer, a disposição para parar num lugar, almoçar numa cidadezinha, tomar café em outra ou simplesmente continuar. Foi perfeito.

Vanessa de Holanda é professora do DeRose Method e proprietária do Espaço Cultural do Leblon. Os parceiros do inesquecivel pedal foram Patricia Dias e os também instrutores Bruno Sousa e Juliana Dias.

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visual no pedal

descanso ciclovia

07 mar

Habilidades + Performance

Dia 12 de março, das 16h às 19h teremos um workshop teórico e prático, com conceitos e técnicas que contribuem para o alcance de objetivos.

1ª Parte: módulo teórico
– A importância da respiração no incremento da vitalidade;
– A respiração e o gerenciamento das emoções;
– O papel da concentração no alcance das metas;
– Disciplina e superação.

2ª Parte: módulo prático
– Técnicas que melhoram a capacidade respiratória;
– Técnicas respiratórias para aprimorar a concentração;
– Técnicas que aceleram a recuperação muscular.

A ministrante, Vanessa de Holanda, é diretora do Espaço Cultural do Leblon e ensina o DeROSE Method há 20 anos. Ministra palestras sobre o assunto no Brasil e exterior. O curso também conta com a participação dos instrutores Rafaella Coelho e Rafael Ramos.

Investimento: R$295,00
Vagas Limitadas

Inscrições: (21) 2259-8243 ou leblon.rj@metododerose.org

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25 fev

Depoimento de um aluno

Quando conheci o DeRose Method me disseram:

– “O objetivo da prática é fazer você evoluir 1.000.000 de anos em 10”.

Uau! Pensei, nossa, isso é impossível. Não há tempo para que se
processem mudanças capazes de promover tamanho ganho. Hoje após pouco
mais de 1 ano de prática eu afirmo: O Derose Method é: O refino da
alma. O dar-se conta do coração. A vitalização celular. A sutilização
do ser. A percepção de abstratos. Afinal de contas, é no sutil, no
tênue e invisível que habitam as percepções das coisas menos óbvias e
a descoberta de novos olhares. Fico imaginando o que vem pela frente e
penso: quando tempo perdido, mas logo reajusto o foco e corrijo o
pensamento: As coisas vêm no tempo certo. De nada adianta o lamento do
que nos escapou, melhor e mais produtivo é a alegria de ter pego o
trem a tempo.

E o trem percorre paisagens deslumbrantes e nos conduz para dentro de
nós, para o mais profundo da alma humana. Talvez a força que mova as
montanhas que nos habitam esteja no “tudo ao mesmo tempo agora”, sim,
porque ninguém evolui um milhão de anos em 10, mudando paulatinamente
os hábitos. Os maus hábitos precisam ser corrigidos a um só fôlego e a
partir do novo modelo de vida o praticante ascende com segurança e
velocidade e, sobretudo, com muito prazer. Todo o método é focado no
prazer e busca nas raízes milenares o seu alicerce.

As coisas começam a acontecer quando se aceita a mudança de hábitos. É
preciso parar de envenenar o corpo com “desalimentos”, é preciso parar
de envenenar a mente com “dessentimentos”. Aprende-se a respirar,
ganha-se força muscular, elasticidade, desenvolvem-se capacidades de
concentração e foco, aprende-se a meditar e tudo isso somado vai
criando as condições que vão conduzindo o praticante a outro patamar
na escala evolutiva.

A ideia não é ser melhor do que ninguém. É muito mais do que isso e
muito mais importante; A ideia é ser melhor do que se era! A prática
tem a ver consigo próprio, com o seu crescimento pessoal, porque é a
partir da sua evolução que você muda o mundo ao seu redor. Porque
quando mudamos, inevitavelmente, o mundo muda com a gente! Lembra?
Tudo ao mesmo tempo agora!

Sinto o vento que toca o meu corpo. Olho o sol nascer e reconheço a
grandeza desse espetáculo. Sinto que uma profunda paz se aninhou em
mim. Quando a chuva cai admiro a beleza da força da natureza e quando
fecho os olhos e inspiro sinto que respiro pela primeira vez! É disso
que se trata o método. Trata de resgatar comportamentos esmigalhadas
pelo caminho e de refazer o quebra cabeças da condição humana. Trata
de retomar o prazer em ouvir o silêncio, trata de refazer a capacidade
de escutar e trata de nos encher da alegria da plenitude de estarmos
vivos e de nos bastarmos.

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Leandro Gama.

Sou a leveza do espírito e as boas
vibrações do caminho. Sou o mar de
todo dia e olhos incansáveis a admirar o sol nascente. Sou a câmera
lenta do voo das gaivotas. Sou a alegria escancarada e a certeza do
nada. Sou o vento que sopra na cara e a rede que balança mansa. Sou
tantas coisas e coisa nenhuma. Esse sou eu, muito prazer!

06 jan

Curso: Respiração, Alta Performance e Administração do Stress

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Quer cumprir suas resoluções de Ano Novo?

Fica mais fácil cumprir sua lista de metas para 2016 com mais foco, concentração e energia para realizar.

Venha descobrir ferramentas para isso!

Curso: Respiração, Alta Performance e Administração do Stress no Espaço Cultural do Leblon.

Você aprenderá técnicas para:

– aumento da capacidade pulmonar;
– aumento da concentração;
– gerenciamento do estresse;
– planejamento (objetivos e metas);
– alta performance no trabalho, esportes e estudos;

E ainda terá as ferramentas para montar um treinamento pessoal de técnicas respiratórias para o dia a dia.

A ministrante é a Professora Vanessa de Holanda, que tem 19 anos de experiência nessa área. O curso também conta com a participação dos instrutores Rafaella Coelho e Rafael Ramos.

Valor para confirmações até o dia 10 de janeiro: R$ 295,00
Vagas Limitadas – Favor confirmar pelo telefone (21) 2259-8243 ou pelo email leblon.rj@metododerose.org

Clique Aqui! Para seguir as novidades deste evento em nossa fanpage no facebook.

15 set

nossa definição de qualidade de vida

Qualidade de vida é relacionar-se de maneira descontraída, ética e responsável com o meio ambiente e o meio sócio-cultural, procurando compartilhar e interagir, agregando sempre generosidade, elegância, respeito e carinho às nossas relações humanas (sociais, profissionais, familiares, afetivas e outras), mediante a adoção de um conjunto de valores que incluem boa cultura, boa civilidade e boa educação.

Qualidade de vida é manter um padrão de gastos dois degraus abaixo do que você ganhar.
É residir próximo ao trabalho. É alimentar-se com frugalidade. É conseguir extrair satisfação de todas as coisas.
É esbanjar o seu tempo dando atenção aos amigos e aos conhecidos. É dar flores à pessoa amada.
É não se deixar abalar pelos percalços da vida. É amar com franqueza e perdoar com sinceridade.

Qualidade de vida low

30 jun

O Método DeRose e sua aplicação no Triathlon

Quando alguém menciona que se dedica ao triathlon, imediatamente percebe em seu interlocutor um misto de espanto e admiração, muitas vezes seguido por interjeições sobre a loucura de acordar às madrugadas para pedalar, sair da cama numa manhã gelada para se jogar numa piscina ou correr horas a fio sob um sol escaldante. Por trás desse aparente exagero do triatleta, há na verdade um grau de comprometimento com seu esporte que dificilmente será compreendido por quem não se dedica na mesma intensidade a alguma outra atividade. O triatleta encara seu esporte não como mero hobby, mas como forma de estar no mundo, pautada pelo amor a uma vida saudável e vital, pela valorização da disciplina e do esforço e pela constante busca pela autossuperação.

Esses valores, coincidentemente, são muito semelhantes àqueles professados pelos praticantes do Método DeRose. Como um conjunto de conceitos e técnicas que procuram despertar o máximo potencial de quem a ele se dedica, o Método DeRose induz os seus praticantes a um constante esforço sobre si próprio, a um aprimoramento que vai muito além do aumento da força, flexibilidade e consciência corporal do indivíduo, mas que o leva também a uma percepção mais ampla de suas emoções, pensamentos e outros aspectos mais sutis da personalidade – conduzindo, no fim das contas, ao auto-conhecimento.

Em razão dessa semelhança de propósitos, as ferramentas do arsenal do Método DeRose são de grande valia para o triatleta, seja ele um mero iniciante, seja ele um atleta de elite que está em busca daquela arma secreta que fará a diferença entre ele e seu colega que tem o mesmo talento para o esporte e que se dedica com a mesma intensidade aos treinos. Seria impossível descrever aqui todo o impacto positivo que o Método pode ter, mas destacamos abaixo algumas técnicas que são desenvolvidas na prática básica do Método DeRose, e seu efeito sobre o atleta.

– Respiração. O Método DeRose promove um intenso trabalho de reeducação respiratória. Além de aprender a utilizar melhor toda sua capacidade pulmonar e expandi-la, o praticante descobre como respirar de forma a maximizar a quantidade de energia que absorve pela respiração. O ser humano, em situações limite, pode passar alguns dias sem comida e um par de dias sem água – mas não aguentamos mais do que alguns minutos sem respirar. Oxigênio é nosso principal combustível. O atleta pode melhorar seu rendimento aprimorando sua alimentação e hidratação, mas desperdiça um enorme potencial de aumento de desempenho se não se dedica a aperfeiçoar a forma como respira.

O praticante descobre, também, a relação direta que existe entre respiração e estados emocionais e mentais, e aprende a tomar as rédeas desse processo. Quando estamos descontraídos, a respiração é mais longa e os batimentos cardíacos são mais lentos. Ao contrário, quando estamos tensionados, a respiração é curta e os batimentos são mais rápidos. Normalmente, somos escravos dessa estrutura. Com as técnicas do Método DeRose, no entanto, passamos a agir de forma consciente para reproduzir esse mecanismo no sentido inverso – aceleramos a respiração para aumentar os batimentos e o estado de alerta, e diminuímos seu ritmo para reduzir os batimentos e a ansiedade. Nem é preciso dizer que isso é de grande valia para o triatleta, que poderá atuar de maneira eficaz para reduzir a ansiedade antes de uma prova, diminuindo o ritmo respiratório, ou acelerar a respiração para alcançar aquele estado de atenção em que o corpo fica pronto para responder com o máximo de sua performance.

– Técnicas Corporais. As técnicas corporais utilizadas na prática trabalham de forma inteligente a força e a flexibilidade do praticante, proporcionado um sensível aumento do tônus muscular e reforço das articulações, e consequentemente reduzindo o risco de lesões. O praticante desenvolve, ainda, uma profunda consciência corporal, aprimorando a sua movimentação como um todo e entendendo e respeitando os sinais do corpo. Esse é um ativo valiosíssimo para o atleta de alta performance, que precisa de uma aguda percepção do que ocorre em seu interior para explorar ao máximo seu potencial sem se exceder.

Outro fator interessante é que na vivência das técnicas corporais enfatiza-se a permanência máxima em cada posição, em detrimento da repetição, que ocorre só em casos de exceção. A permanência mais longa permite que o corpo encontre o encaixe da técnica e explore seus efeitos mais profundos. Nas técnicas que trabalham força muscular, ressalta-se a questão da autossuperação – para permanecer até o fim do tempo indicado, muitas vezes o praticante é obrigado a recorrer não apenas a seus recursos físicos, mas também a toda a sua força emocional e mental. Assim, muitas vezes em 2 ou 3 minutos em uma técnica o praticante enfrenta um desafio análogo ao “muro” encontrado por maratonistas e triatletas em algumas provas, quando só não se desiste por pura determinação. Com o passar dos meses e anos, o praticante se familiariza com esse momento, e até descobre como encontrar conforto numa situação limite. A aplicação desse condicionamento emocional e mental aos esportes de endurance é direta, e se torna muito mais forte aquela “voz” na cabeça do atleta que diz que ele consegue ir até o fim.

– Descontração. O Método DeRose contém, em sua prática básica, um setor dedicado à descontração. Como nas outras técnicas, seus efeitos se fazem sentir muito além do mero descanso – por sinal, superlativo – da musculatura e do corpo físico, mas atingem também as emoções e pensamentos do praticante. Como resultado, acelera-se enormemente o processo de recuperação dos picos de stress a que submetemos nosso corpo e nosso psiquismo, sejam em decorrência de um treino forte ou de um dia complicado no trabalho. Além disso, processa-se no praticante uma verdadeira reorganização interna, permitindo que ele identifique com clareza aquilo que é ou não importante em sua vida. Está preparado, assim, o campo para a mentalização.

– Mentalização. A mentalização consiste em criar arquétipos mentais daquilo que queremos ver realizado também no plano físico. Diversos estudos já demonstraram que o cérebro estabelece pequena distinção entre aquilo que é visto pelos olhos e aquilo que é imaginado. Durante a mentalização, criamos em nossa mente um filme mostrando nosso objetivo sendo concretizado. Com o tempo e a repetição, o psiquismo e o próprio corpo físico passam a reconhecer aquele arquétipo como algo real. O triatleta, geralmente pautado por objetivos concretos, ganha um poderoso aditivo para alcançá-los: dia após dia, cada célula de seu corpo receberá a mensagem de que a meta será alcançada. Na hora de serem colocados à prova, o corpo, a cabeça e o coração não terão dúvidas: já viram aquele filme centenas de vezes, e ele sempre tem o melhor final possível.

– Concentração e Meditação. Como sabemos, a distância entre alcançar ou não aquilo a que nos propomos pode ser resumida em uma palavra: foco. O Método DeRose desenvolve de maneira superlativa a capacidade de concentração, que nos permite não apenas executar da melhor maneira a tarefa empreendida, mas também a manter-se no trilho quando buscamos objetivos de médio e longo prazo. O estado de meditação, por sua vez, pode ser descrito como um estado de supraconsciência, em que a vivência do momento presente é tão intensa que é como se o observador, o objeto observado e o ato de observar se fundissem em um só. Encontram-se relatos de atletas de diferentes tipos de modalidade a respeito de estados semelhantes: um ponto em que tudo se encaixa, não há mais esforço, e sobrevém uma sensação de felicidade plena. É essa a zona que todo atleta busca, o momento em que todo nosso potencial vem à tona, simplesmente porque paramos de pensar e permitimos a integração do eu com o que nos cerca.

Feita essa breve explicação, há um elemento em comum que resulta de todos esses diferentes processos: o autoconhecimento. A percepção profunda de si mesmo é fonte não apenas de excelência nos esportes, mas também de êxito no trabalho, nos relacionamentos e na construção de uma vida mais plena, realizada, descomplicada. O Método DeRose proporciona ferramentas únicas para que alcancemos esse que é, em última essência, o desejo maior de cada um de nós: ser feliz.

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Nade, pedale e corra – mas também respire, alongue, fortaleça, descontraia, mentalize, se concentre e medite – *Kona é o limite!

Instrutor Bruno Sousa
Membro da Equipe da Unidade Leblon do Método DeRose
Formado pelo convênio entre a Federação do Método DeRose do Rio de Janeiro e a Universidade Federal do Rio de Janeiro.

*Kona, no Hawaii, é a sede do campeonato mundial do Ironman.

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Foto do Instrutor Bruno Sousa na competição do L’Etape